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Qual a melhor hospedagem de sites?

Sempre que um cliente precisa do serviço de hospedagem de site me vejo em um dilema. De um lado, gostaria de indicar um serviço brasileiro, um para onde o cliente possa ligar e ser bem atendido em português e pagar um preço justo. Por outro lado, sempre que me arrisco, constato que este serviço não existe. Os serviços daqui são mais caros que os estrangeiros e disponibilizam um suporte péssimo. Penei horas nas mãos da UOLhost e da Locaweb, onde me largavam com funcionários que atendiam a 10 ou 20 clientes ao mesmo tempo. Eu fazia uma pergunta e tinha resposta 6 minutos depois… daí fazia outra, e era mais 10 minutos. Para ter uma conversa que normalmente levaria 3 minutos, eu levava 1 hora… e os funcionários quase sempre entendiam do problema menos do que eu; eram muito mal preparados para a função. Por causa disso, volta e meia quando meus clientes ou meus alunos me perguntam onde podem hospedar seu site, acabo indicando um serviço estrangeiro. De coração, preferiria indicar um brasileiro, mas não dá, pelo menos por enquanto.

De tempos em tempos leio críticas a respeito dos principais serviços de hospedagem e me baseio nelas para fazer indicações, além da minha própria experiência e da dos meus clientes. O que apresento agora é um resumo do que tenho colhido com o tempo.

Todos os planos listados abaixo são voltados para sites com pouco acesso, típicos de pequenos negócios, profissionais liberais, não são preparados para hospedar lojas de grande movimento ou de altos picos de acesso (mais de 10 mil usuários ao mesmo tempo). Ou seja, usei o perfil dos meus clientes.

Todos os planos que listei podem receber vários sites na mesma assinatura, sem nenhum acréscimo, isto é, podem hospedar seu site pessoal, o site do seu restaurante, o site do escritório de sua mulher e o consultório do seu filho numa mesma assinatura. Também trabalhei sempre com hospedagens sem limites para espaço em disco, banda consumida ou número de contas de e-mail. É bom lembrar que vários serviços nacionais são bastante restritivos quanto a estes recursos.

Outra característica importante é que vários destes serviços oferecem um preço promocional para o primeiro período de contrato que sobe no momento da renovação. Assim, você pode assinar um contrato que vai te custar cerca de R$200 no primeiro ano mas que, a partir do segundo ano, sobre para R$500. Na minha opinião esta é uma característica muito irritante destes serviços pois nem sempre estes valores são devidamente apresentados aos clientes. Neste artigo eu destaco os dois valores. Só um dos serviços listados não faz isso, a Dreamhost; seu preço é o mesmo desde o início. 

Ressalto que vários destes serviços contam com programas de afiliados, ou seja, de recompensa por indicação, e que estou cadastrado em alguns deles. Mas o fato de ganhar algo não me fez valorizar ou desvalorizar os serviços que avaliei.

Nos casos, em que o serviço de hospedagem tem vários planos, destaquei aquele que levei em conta. Em todos os casos, os serviços avaliados são grandes players do mercado, e contam com centenas de milhares de sites em sua carteira.

Descrição dos serviços

Bluehost, plano plus

Um ótimo serviço de hospedagem, bastante estável e que é um dos grandes players do mercado, com mais de 2 milhões de sites hospedados. Um dos meus clientes teve seu site invadido uma vez, o que me fez duvidar um pouco da segurança da hospedagem, pois mesmo depois de reconstruir o site e tomar medidas de segurança o site foi invadido uma segunda vez. Também penso que a diferença entre o preço inicial e o preço normal é bastante grande, o que não deixa os clientes muito satisfeitos. De resto, o serviço e o atendimento são bons.

iPage

Este é um dos serviços mais baratos de hospedagem no momento da adesão, e tem mais de um milhão de sites sob seu serviço. O suporte é usualmente rápido na resposta e tem um índice de uptime (porcentagem em que seus sites ficam online, disponíveis) muito bom. Duas características da iPage não são muito agradáveis: você não pode fazer um pagamento por mês, só anualmente e o preço da hospedagem sobre vertiginosamente depois da primeira assinatura, de $1.99 para $11.95. o que coloca o serviço entre os mais caros da lista.

Dreamhost

Fundado em 1996, este serviço é um dos mais tradicionais do ramo. Ele oferece um serviço bastante robusto, com um suporte excelente e uma garantia de devolução do seu dinheiro até 97 dias depois do contrato. Uma das características da Dreamhost que mais gosto é que ela não te dá um desconto monstro no primeiro contrato e depois reajusta para um valor bem mais alto. O valor é o mesmo desde o início e, se você comparar com os outros serviços, é o valor mensal mais barato depois do primeiro período. Um detalhe deste serviço é que ele não usa o tradicional painel de controle cPanel, mas uma versão customizada para a própria Dreahost. Os principais recursos do cPanel estão lá, só que distribuídos de outra forma.

Hostgator, plano baby

A Hostgator tem um preço competitivo para a primeira contratação mas, como em outros casos, o valor duplica quando você tem que renovar o contrato. Com quase um milhão de sites hospedados é também um gigante do ramo, disponibiliza uma versão do cPanel bastante completa. Embora alguns serviços de monitoramento apontam que o Hostgator não seja muito rápido, é uma boa escolha de hospedagem, e seu suporte é sempre bem avaliado. Vi depoimentos de designers que, depois de passarem por vários serviços, chegaram ao Hostgator e ficaram satisfeitos.

GreenGeeks

O GreenGeeks é um serviço um pouco mais modesto que os demais, com 300 mil sites na sua carteira, e que promete basear a sua política energética em recursos renováveis. Oferece o serviço de backups do site gratuitamente mas, como noutros casos, tem uma súbita subida de preço depois do primeiro período de contrato. Mesmo assim é avaliado por seus usuários como um ótimo serviço em todos os aspectos.

Preços

 

Serviço Link Preço promocional (por mês) Preço de renovação
(por mês)
Downtime no ano (horas)
Bluehost.com, plano plus http://www.bluehost.com/?no_geo_redirect=1 $5,95 $10,99 6
iPage http://www.ipage.com $1,99 $11,95 20
Dreamhost https://www.dreamhost.com/ $7,95 $7,95 1
Hostgator, baby plan https://www.hostgator.com/ $5,95 $11,75 13
Green Geeks https://www.greengeeks.com $3,96 $9,95 3

Obs. Downtime é o tempo em que o servidor ficou fora do ar no ano. Existem sites especializados que medem isto. No caso, me baseei no Hostingfacts. Neste caso, quanto menor o valor listado, menos o servidor ficou fora do ar, melhor para você. 

Gráficos

Quanto menor o valor, melhor. 

Quanto menor o valor, melhor.

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Balanço

Nas condições que foram apresentadas, hoje eu provavelmente usaria a Dreamhost ou a GreenGeeks. São os sites mais confiáveis, que tiveram os menores downtime, e que apresentam o preço de renovação menor entre os concorrentes. Em ambos os casos, os serviços de suporte são muito elogiados.  A Dreamhost tem uma política honesta, que me agrada bastante, de cobrar o mesmo valor para o preço de entrada e o de renovação, sem enganar o usuário com preços promocionais irreais. E a GreenGeeks tem outro aspecto muito bacana que é sua política de não te empurrar produtos adicionais como antivirus, backup, segurança extra etc. Sua política de consumo de energia renovável também é um ponto a mais pois os data centers são grande vilões no consumo de energia.


Os dados que levantei são de dezembro de 2016. Ao fazer a contratação do seu serviço de hospedagem confira os dados novamente, já que estes serviços costumam oferecer promoções e mudar seus serviços, preços e condições com alguma frequência.

A quem servem os servidores sereias?

Passado o momento de maior comoção sobre o acidente com o avião que levava o time da Chapecoense, vimos várias coisas acontecerem. A mim marcou muito a cerimônia feita na Colômbia em respeito às vítimas. Também houveram manifestações de solidariedade tocantes no Brasil e fora dele. Do outro lado do espectro, vimos algumas outras atitudes que sofreram a reprovação do público em geral. Duas delas se destacam, pois se deram nas redes sociais: vários posts muito infelizes e oportunistas por parte do site Catraca Livre e o aumento de preços de itens da Chape na Netshoes, logo depois da tragédia. Em ambos os casos as acusações eram as mesmas: a de tentar lucrar às custas do sofrimento alheio.

Neste artigo vou tratar especificamente do caso da Netshoes que, logo após o desastre, teve os preços dos itens da Chape aumentados em proporções inacreditáveis, cerca de 100%. (veja referências ao final do texto)

O site justificou o reajuste dizendo que estava com preços muito baratos anteriormente por causa da Black Friday e que, coincidentemente, no período do acidente foi justamente quando decidiram acabar com a promoção, conforme mostram os sites do Huffington Post, da UOL e do Globo. Não haveria, portanto, segundo a própria loja, conexão entre o acidente e o aumento repentino dos preços dos produtos do time. Alguns usuários se contentaram com a justificativa, outros nem tanto, desconfiando da coincidência.

Há, no entanto, uma segunda possibilidade de explicação para o reajuste que, independente de ser o que realmente aconteceu, é relevante para a discussão que quero levantar: o servidores sereias. No livro “Who owns the future”, Jaron Lanier descreve os siren servers como sendo servidores que vivem de coletar informação de outros servidores da internet para otimizar os negócios de seus mantenedores. Assim, em seu imenso grid, vários servidores da Amazon gastam seu tempo monitorando os preços dos produtos oferecidos por outras lojas em seus próprios servidores. Se uma loja concorrente, digamos, a Barnes&Noble oferece uma edição comemorativa da Origem das Espécies por $30.00, o servidor sereia da Amazon dispara um alerta que corrige o preço oferecido por sua loja para ficar abaixo da concorrência. O livro de Darwin ficaria, por, digamos, $29.50 na Amazon. Assim, ela garante que tem sempre o melhor preço, atraindo para si mais consumidores. Ao mesmo tempo, se um certo produto tivesse seu preço aumentado em todo o mercado concorrente, o servidor sereia aumentaria seu preço para otimizar o lucro da loja. Este é o caso que nos interessa.

No caso da Netshoes, embora negado pela própria loja, o que poderia ter acontecido hipoteticamente é este último caso: logo após a tragédia, os produtos da Chape, muito procurados por pessoas que desejavam ser solidárias ao time, deram o alerta ao servidor sereia que, reagindo ao aumento de procura, aumentou proporcionalmente o preço.

Gostaria só de ponderar, acompanhado do leitor, que este tipo de servidor, embora tenha o singelo objetivo de otimizar processos e lucro, pode ser desastroso para a relação comercial em si. Quando o ajuste de preço se dá, digamos, pela absoluta raridade da oferta, ou por uma ocasião como a que vimos acontecer com o time catarinense, o resultado é triste para todos: para os consumidores, que se vêem explorados, e mesmo para a loja, que sofre uma justa crítica por parte das redes sociais e de seus potenciais (e reais) consumidores, tudo por causa de ganhar alguns trocados.

Fica então a pergunta: servidores sereia servem para alguma coisa?

Nota: me dou conta agora que talvez a melhor tradução para estes servidores seja servidores sirene, e não sereia, mas lembro que Lanier, o criador do termo, associa as máquinas às personagens metade pássaro de Homero. Como, em inglês, a palavra é a mesma, ele não teve este dilema, que dedico ao leitor.

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Referências

Sobre o aumento de preço da Netshoes

Huffington Post

UOL

O Globo

Sobre o livro de Lanier

Wikipedia: Who own the future?

Livros sobre assuntos ligados ao Design Digital

O que é o virtual? (Pierre Lévy)

Redes sociais na internet (Raquel Recuero)

Autor e autoria no cinema e televisão (José Francisco Serafim)

Comunicação e mobilidade (André Lemos)

O paradigma mediológico: Debray depois de McLuhan (José A. Domingues)

Relações Públicas digitais (org. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)

Retória e mediação II: da escrita à internet (orgs. Ivone Ferreira e María Cervantes)

Néon digital: um discurso sobre os ciberespaços (Herlander Elias)

Manual da teoria da comunicação (Joaquim Paulo Serra)

Jornalismo digital e terceira geração (org. Suzana Barbosa)

Cartilha de redação web: padrões Brasil e-Gov (Governo Federal)

A cibercultura e seu espelho (orgs. Eugênio Trivinho e Edilson Cazeloto)

O livro depois do livro (Giselle Beiguelman)

Guia prático de marketing na internet para pequenas empresas (Cláudio Torres)

Cultura livre (Larry Lessig)

As redes sociais na era da comunicação interativa (Giovanna Figueiredo)

Open source: evolução e tendências (Cezar Taurion)

Redes sociais e inovação digital (org. Gil Giardelli)

Lista feita a partir da seleção publicada em Canal do Ensino

 

Composição usando Processing

show code

<br>
 int x1=0;<br>
 int y1=0;<br>
 int r=0;</p>
<p>void setup(){<br>
 size(600,600);<br>
 noStroke();<br>
 }</p>
<p>void draw(){<br>
 x1=int(random(50,550));<br>
 y1=int(random(50,550));<br>
 r=int(random(20,150));<br>
 fill(x1/2,y1/2,((x1/2)+(y1/2)));<br>
 ellipse(x1, y1, r, r);</p>
<p>}<br>
 

Um centro de mídia em casa

Montei um esquema para poder ouvir e assistir áudio e vídeo pela casa. Na verdade foi relativamente fácil mas, como não segui tutorial nenhum, tive que descobrir algumas coisas pelo caminho. Agora, nestes dias de descanso, achei legal escrever sobre como fiz para que os amigos possam fazer o mesmo, se quiserem.

Talvez, para alguns de vocês, o que fiz aqui seja trivial, mas tenho certeza que pode servir pra alguém. então, aí vai. 

O problema

Bem, meus arquivos de som e vídeo estão no meu micro do escritório e, embora eu tenha um HD externo parrudão, a ideia de muda-los de lugar — por exemplo, levando um note para a sala para ligar o note à TV pela HDMI — não me agradava. Então mantive tudo no escritório, no meu micro que fica a maior parte do tempo ligado. A ideia era de poder tocar tudo o que eu quisesse (arquivos de mídia guardados em meu micro, Netflix, YouTube etc), controlando tudo pelo celular. 

Os passos para tudo funcionar são os seguintes:

1. A sua rede local deve ser acessível tanto ao local com as mídias (no meu caso, o escritório), quanto ao local que vai toca-los (a sala). Para isso, fiz correr um cabo de rede entre o escritório e a sala. Poderia ter solucionado via wifi mas em casa existem muitas paredes entre os dois e o sinal que chegava era muito fraco. Passar o cabo e botar um roteador na ponta me pareceu a saída mais segura. Depois de tudo configurado, passei a ter acesso wifi pelo roteador da sala. 

2. Comprei e instalei um Chromecast, um aparelhinho do Google que transforma a sua TV em ponto de rede. Com a instalação do Chromecast, voce pode usar os serviços do Netflix, YouTube e alguns outros para assistir na TV. O controle do Chromecast é feito por um app instalado no seu celular. O Chromecast (aparelho) custa uns R$200. O software é gratuito. 

3. Para acessar os seus arquivos de mídia, você precisa do Plex, um serviço de gerenciamento de mídia integrado ao Chromecast. Você instala um servidor em seu micro que contém os arquivos de mídia e cadastra os arquivos. O Plex aceita tanto áudio quanto vídeo e é MUITO BEM FEITO. Você simplesmente diz pra ele: os arquivos estão nesta pasta, e ele infere qual filme é aquele, ou qual série, ou qual músico, e organiza tudo. Ele tem um serviço de cadastro que tenta inferir os dados dos arquivos de mídia. No Plex você também pode assinar conteúdos da web: um podcast, um videocast, um canal de vídeo, um canal de TV pela web (veja as imagens abaixo). Se você viu algo no YouTube que prefere assistir pela TV, basta clicar em um bookmarklet que vem com o servidor, e o video será exibido através do Plex quando você quiser. O controle do software Plex também é feito através de um software em seu celular, integrado ao Chromecast. O serviço básico é gratuito. Se você quiser alguns recursos adicionais, como o Plex Pass, terá que pagar. 

Este tal de Plex tem dois recursos muito legais. Um deles já falei, é a forma como organiza os arquivos. Ao identificar se trata, digamos, do filme Matrix, ele coloca uma imagem do filme para indexar a mídia e inclui um texto da web sobre o filme, encontra capas de CD e assim por diante. O outro é a facilidade de tradução de formatos de mídia. Não importa se o seu video está em .MP4, .AVI ou .MKV, o Plex faz a transcodificação em tempo real e coloca a imagem na tela. Ele também te dá opção de legendas: basta ter o arquivo de legenda .SRT que a opção será dada ao exibir o arquivo. 

4. Bem, agora, ligue a TV e seu celular. Se quiser assistir a um filme do Netflix é só ligar o app no celular. Ao escolher o filme, clique no ícone do Chromecast no canto da tela do Netflix que o filme será transferido para a TV. Se preferir assistir às suas próprias mídias, use ligue o Plex no celular. Vai acontecer o mesmo: depois de escolher o que vai assistir você vai ver o icone do Chromecast. Se clicar nele, o filme vai para a TV. O mesmo com o YouTube etc

5. Bem, o problema de disponibilizar suas mídias em casa está resolvido. Mas, já me ocorreu o seguinte: e se eu que quiser ouvir as minhas músicas pelo wifi da faculdade, ou de qualquer lugar fora de casa? Bem, pra isso, existe o Plex Pass, um recurso adicional do Plex que permite levar o acesso aos seus arquivos para além da sua rede local, sincronizar com outros serviços e mais algumas coisas. O Plex Pass tem um custo de $4.99 por mês ou $39.99 por ano. Ainda não testei o Plex Pass mas estou tentado.

Automação no Android

Existem algumas funções que deveriam, na minha avaliação, serem configuráveis de fábrica. Por exemplo, sempre que ligo o Google Maps em meu Android, deveria ligar também a conexão com a rede. Se der pra ser wifi, ótimo, se não, tem que ligar o 4g. Essa e outras várias funções poderiam ser automáticas, mas não são. Tenho que ligar o wifi (ou o 3g, conforme o caso) e o GPS manualmente. Bem, estou escrevendo aqui para falar de dois apps que automatizam algumas funções do Android. O IFTTT e o Macrodroid.

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Sobre a redação para web

Em trabalhos acadêmicos sempre surge o momento de redigir para a web, e sempre surgem as questões ligadas à transposição para a web de textos produzidos para outros fins e meios. Sempre tratei este assunto caso a caso, no atendimento aos alunos, mas resolvi sistematizar alguns conceitos e publicar, para referência futura.

Nos trabalhos da faculdade os alunos são levados a fazer uma pesquisa e depois a colocar alguns elementos da pesquisa nos sites produzidos sobre os temas pesquisados. Assim, logo de inicio pode haver, por parte do aluno menos avisado, uma tendência de copiar e colar o trabalho acadêmico no site e pronto, problema resolvido…

É claro que a linguagem acadêmica não é a mesma que se usa para atender a um leitor de um site, pois ela exige uma série de cuidados e formatações que são estritamenta acadêmicas. A atenção, o nível de engajamento destes dois leitores — o acadêmico e o online — são diferentes, e o leitor online não faz necessariamente parte do universo acadêmico, assim, não faz sentido usar uma coisa na outra sem maiores cuidados.

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Senhas, parte 3

Se você leu os dois artigos anteriores (parte 1 e parte 2) talvez esteja achando que não há uma solução para o problema de senhas na web. Já falei sobre o que não fazer, e sobre usar um gerenciador de senhas. Mas, como vimos, usar um gerenciador de senhas, tem as suas desvantagens.

Agora vou falar sobre a solução que adotei, pessoalmente, para lidar com senhas. Com ela, você precisará apenas da sua cachola para lembrar da sua senha em qualquer serviço web, mesmo que sejam dezenas. Para isso, você deve usar um… Read More

Senhas, parte 2

No artigo anterior falei sobre a necessidade de ter senhas diferentes para serviços web diferentes e, ao mesmo tempo, da dificuldade de gerenciar todas elas. Falei também sobre o que não fazer em termos de senha…

Agora vou falar o que se pode fazer para resolver este caos…

As pessoas com quem conversei oscilam entre duas soluções para este dilema: gerenciadores de senhas e criação de senhas por algoritmos pessoais. Read More

Senhas, parte 1

A maior parte dos serviços da web requerem que você se identifique. Logicamente, para assegurar a identificação, é necessário usar uma senha. É aí que os problemas começam…

Já que não é aconselhável que você use uma mesma senha para serviços diferentes, o drama de cada usuário é o de memorizar uma grande quantidade de senhas, uma para cada serviço. Chega uma hora que a gente não sabe mais se uma senha é deste ou daquele serviço, e acaba se atrapalhando. Não é incomum topar com gente que teve que abandonar um certo endereço de e-mail por ter esquecido a senha que usou… Read More

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