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Composição usando Processing

show code

int x1=0;
  int y1=0;
  int r=0;

void setup(){
  size(600,600);
  noStroke();
}

void draw(){
  x1=int(random(50,550));
  y1=int(random(50,550));
  r=int(random(20,150));
  fill(x1/2,y1/2,((x1/2)+(y1/2)));
  ellipse(x1, y1, r, r);
  
}

Um centro de mídia em casa

Montei um esquema para poder ouvir e assistir áudio e vídeo pela casa. Na verdade foi relativamente fácil mas, como não segui tutorial nenhum, tive que descobrir algumas coisas pelo caminho. Agora, nestes dias de descanso, achei legal escrever sobre como fiz para que os amigos possam fazer o mesmo, se quiserem.

Talvez, para alguns de vocês, o que fiz aqui seja trivial, mas tenho certeza que pode servir pra alguém. então, aí vai. 

O problema

Bem, meus arquivos de som e vídeo estão no meu micro do escritório e, embora eu tenha um HD externo parrudão, a ideia de muda-los de lugar — por exemplo, levando um note para a sala para ligar o note à TV pela HDMI — não me agradava. Então mantive tudo no escritório, no meu micro que fica a maior parte do tempo ligado. A ideia era de poder tocar tudo o que eu quisesse (arquivos de mídia guardados em meu micro, Netflix, YouTube etc), controlando tudo pelo celular. 

Os passos para tudo funcionar são os seguintes:

1. A sua rede local deve ser acessível tanto ao local com as mídias (no meu caso, o escritório), quanto ao local que vai toca-los (a sala). Para isso, fiz correr um cabo de rede entre o escritório e a sala. Poderia ter solucionado via wifi mas em casa existem muitas paredes entre os dois e o sinal que chegava era muito fraco. Passar o cabo e botar um roteador na ponta me pareceu a saída mais segura. Depois de tudo configurado, passei a ter acesso wifi pelo roteador da sala. 

2. Comprei e instalei um Chromecast, um aparelhinho do Google que transforma a sua TV em ponto de rede. Com a instalação do Chromecast, voce pode usar os serviços do Netflix, YouTube e alguns outros para assistir na TV. O controle do Chromecast é feito por um app instalado no seu celular. O Chromecast (aparelho) custa uns R$200. O software é gratuito. 

3. Para acessar os seus arquivos de mídia, você precisa do Plex, um serviço de gerenciamento de mídia integrado ao Chromecast. Você instala um servidor em seu micro que contém os arquivos de mídia e cadastra os arquivos. O Plex aceita tanto áudio quanto vídeo e é MUITO BEM FEITO. Você simplesmente diz pra ele: os arquivos estão nesta pasta, e ele infere qual filme é aquele, ou qual série, ou qual músico, e organiza tudo. Ele tem um serviço de cadastro que tenta inferir os dados dos arquivos de mídia. No Plex você também pode assinar conteúdos da web: um podcast, um videocast, um canal de vídeo, um canal de TV pela web (veja as imagens abaixo). Se você viu algo no YouTube que prefere assistir pela TV, basta clicar em um bookmarklet que vem com o servidor, e o video será exibido através do Plex quando você quiser. O controle do software Plex também é feito através de um software em seu celular, integrado ao Chromecast. O serviço básico é gratuito. Se você quiser alguns recursos adicionais, como o Plex Pass, terá que pagar. 

Este tal de Plex tem dois recursos muito legais. Um deles já falei, é a forma como organiza os arquivos. Ao identificar se trata, digamos, do filme Matrix, ele coloca uma imagem do filme para indexar a mídia e inclui um texto da web sobre o filme, encontra capas de CD e assim por diante. O outro é a facilidade de tradução de formatos de mídia. Não importa se o seu video está em .MP4, .AVI ou .MKV, o Plex faz a transcodificação em tempo real e coloca a imagem na tela. Ele também te dá opção de legendas: basta ter o arquivo de legenda .SRT que a opção será dada ao exibir o arquivo. 

4. Bem, agora, ligue a TV e seu celular. Se quiser assistir a um filme do Netflix é só ligar o app no celular. Ao escolher o filme, clique no ícone do Chromecast no canto da tela do Netflix que o filme será transferido para a TV. Se preferir assistir às suas próprias mídias, use ligue o Plex no celular. Vai acontecer o mesmo: depois de escolher o que vai assistir você vai ver o icone do Chromecast. Se clicar nele, o filme vai para a TV. O mesmo com o YouTube etc

5. Bem, o problema de disponibilizar suas mídias em casa está resolvido. Mas, já me ocorreu o seguinte: e se eu que quiser ouvir as minhas músicas pelo wifi da faculdade, ou de qualquer lugar fora de casa? Bem, pra isso, existe o Plex Pass, um recurso adicional do Plex que permite levar o acesso aos seus arquivos para além da sua rede local, sincronizar com outros serviços e mais algumas coisas. O Plex Pass tem um custo de $4.99 por mês ou $39.99 por ano. Ainda não testei o Plex Pass mas estou tentado.

Automação no Android

Existem algumas funções que deveriam, na minha avaliação, serem configuráveis de fábrica. Por exemplo, sempre que ligo o Google Maps em meu Android, deveria ligar também a conexão com a rede. Se der pra ser wifi, ótimo, se não, tem que ligar o 4g. Essa e outras várias funções poderiam ser automáticas, mas não são. Tenho que ligar o wifi (ou o 3g, conforme o caso) e o GPS manualmente. Bem, estou escrevendo aqui para falar de dois apps que automatizam algumas funções do Android. O IFTTT e o Macrodroid.

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Sobre a redação para web

Em trabalhos acadêmicos sempre surge o momento de redigir para a web, e sempre surgem as questões ligadas à transposição para a web de textos produzidos para outros fins e meios. Sempre tratei este assunto caso a caso, no atendimento aos alunos, mas resolvi sistematizar alguns conceitos e publicar, para referência futura.

Nos trabalhos da faculdade os alunos são levados a fazer uma pesquisa e depois a colocar alguns elementos da pesquisa nos sites produzidos sobre os temas pesquisados. Assim, logo de inicio pode haver, por parte do aluno menos avisado, uma tendência de copiar e colar o trabalho acadêmico no site e pronto, problema resolvido…

É claro que a linguagem acadêmica não é a mesma que se usa para atender a um leitor de um site, pois ela exige uma série de cuidados e formatações que são estritamenta acadêmicas. A atenção, o nível de engajamento destes dois leitores — o acadêmico e o online — são diferentes, e o leitor online não faz necessariamente parte do universo acadêmico, assim, não faz sentido usar uma coisa na outra sem maiores cuidados.

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Senhas, parte 3

Se você leu os dois artigos anteriores (parte 1 e parte 2) talvez esteja achando que não há uma solução para o problema de senhas na web. Já falei sobre o que não fazer, e sobre usar um gerenciador de senhas. Mas, como vimos, usar um gerenciador de senhas, tem as suas desvantagens.

Agora vou falar sobre a solução que adotei, pessoalmente, para lidar com senhas. Com ela, você precisará apenas da sua cachola para lembrar da sua senha em qualquer serviço web, mesmo que sejam dezenas. Para isso, você deve usar um… Read More

Senhas, parte 2

No artigo anterior falei sobre a necessidade de ter senhas diferentes para serviços web diferentes e, ao mesmo tempo, da dificuldade de gerenciar todas elas. Falei também sobre o que não fazer em termos de senha…

Agora vou falar o que se pode fazer para resolver este caos…

As pessoas com quem conversei oscilam entre duas soluções para este dilema: gerenciadores de senhas e criação de senhas por algoritmos pessoais. Read More

Senhas, parte 1

A maior parte dos serviços da web requerem que você se identifique. Logicamente, para assegurar a identificação, é necessário usar uma senha. É aí que os problemas começam…

Já que não é aconselhável que você use uma mesma senha para serviços diferentes, o drama de cada usuário é o de memorizar uma grande quantidade de senhas, uma para cada serviço. Chega uma hora que a gente não sabe mais se uma senha é deste ou daquele serviço, e acaba se atrapalhando. Não é incomum topar com gente que teve que abandonar um certo endereço de e-mail por ter esquecido a senha que usou… Read More

Curso de processing em São Paulo!


http://www.facebook.com/processingsp

e

http://navax.net.br/blog/

Segue o release do curso

 I Encontro Processing São Paulo – Palestra Aberta

Neste evento  promoveremos  uma palestra aberta sobre arte interativa e computação criativa. Na apresentação discutiremos  alguns softwares , técnicas  e recursos estéticos utilizados por artistas e designers que exploram processos computacionais generativos, computação gráfica, sensores, instalações interativas , sonoridades e vídeo.

Aproveitamos a oportunidade para convidá-los a conhecer um novo espaço de intercâmbio  e produção artística, o Instituto Volusiano!

Processing São Paulo pretende reunir interessados em arte tecnológica para uma troca produtiva de conhecimentos e produção de trabalhos e oficinas. Envie-nos sugestões e dúvidas pelo formulário na área de contatos.

Participe do encontro inaugural Processing São Paulo !

Data:  7/7/2012  – 15H00.
Local: Instituto Volusiano
Rua São Gall, 110 – Vila Ipojuca (metrô Vila Madalena) – São Paulo.

 

Instalar e configurar um CMS WordPress online

Vi esta série de videos sobre como instalar e configurar sites WordPress e achei que poderia interessar os meus alunos de Design Digital e Produção Editorial. Nos vídeos, desenvolvidos pela Bluehost, um excelente serviço de hospedagem, você aprende o que é o WordPress, como instalá-lo e como configurá-lo. Veja você mesmo… é um tutorial que abrange as dúvidas principais sobre o assunto.

Este é o primeiro da série.

 Para ver os outros, siga abaixo o link do video e veja a lista de vídeos na coluna do lado direito, com o episódio dois, três, etc

http://bit.ly/IS46zD

No video, o apresentador assume que você tem uma conta na Bluehost. Se precisar de uma, clique neste link e siga o passo a passo. 

Timeline interativo através de javascript, mapa do vento e infografia na estação Grand Central

Estou procurando seguir de perto os estudos e projetos de infográficos e tenho encontrado soluções muito bacanas. Uma delas é esta ferramenta para montar uma linha do tempo sem uso de Flash. 

Ela tem um slider em cima e o timeline na parte de baixo, os dois interativos.

Outro exemplo genial é este mapa dos ventos nos Estados Unidos. Fora o valor da infografia em si, o resultado estético é hipnotizante!

windmap

 

O terceiro e último exemplo é uma instalação no terminal Grand Central, no qual as pessoas podem escolher o conteúdo a ser mostrado numa projeção interagindo com regiões do piso do terminal. Veja o vídeo.